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INFORMAÇÃO CPCI 13/2016
INFORMAÇÃO CPCI 13/2016

 

Programa de Vistos Gold atrai 621 milhões de euros de investimento estrangeiro desde início do ano

  • VALOR APURADO ATÉ AGOSTO É 353 MILHÕES DE EUROS (+132%) SUPERIOR AO REGISTADO NO ANO ANTERIOR
  • INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO REPRESENTA 90,3% DO TOTAL
  • DESDE O INÍCIO, O PROGRAMA GEROU MAIS DE 176 MILHÕES DE EUROS EM RECEITAS DIRETAS PARA O ESTADO

 

A CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário destaca a evolução positiva do Programa de Vistos Gold que registou, em agosto, mais 51 milhões de euros de investimento estrangeiro captado, dos quais 47 milhões são respeitantes a aquisição de imobiliário.

 

Reis Campos, Presidente da CPCI recorda que “estes dados não refletem ainda qualquer efeito das recentes notícias sobre a proposta de criação de um novo imposto imobiliário que poderia abranger estes investimentos”, apelando a “uma grande ponderação, uma vez que este programa, para além dos efeitos evidentes que tem sobre o imobiliário e setores como o comércio e o turismo, já gerou mais de 176 milhões de euros em receitas diretas para o Estado, quer IMT, quer taxas administrativas. A mera renovação dos Vistos Gold já estão atribuídos resulta num valor de mais de 12 milhões de euros por ano. Colocar em causa a estabilidade fiscal é por em risco este Programa e enfraquecer Portugal face aos restantes países europeus que concorrem pela captação destes investidores”.

 

O dirigente diz que “o Programa de Vistos Gold é apenas a face mais visível do investimento estrangeiro em imobiliário português, que é uma das poucas áreas em que se está a tentar contrariar o profundo défice de investimento que se verifica em Portugal. No ano passado, conseguimos atingir os 3,3 mil milhões de euros e há a expectativa que esse valor possa continuar em crescimento”.

 

“Este deverá ser o momento em que a discussão terá de estar centrada nas potencialidades de programas como os Vistos Gold e o Regime de Tributação de Residentes não Habituais, de forma a contribuir significativamente para a coesão territorial e para a dinamização de domínios estratégicos como a Reabilitação Urbana e consequente criação de emprego”.

 

22/09/2016

 

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