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Americanos recebem na próxima semana lista das empresas portuguesas interessadas
O Governo português tem uma semana para apresentar às autoridades americanas uma lista das empresas portuguesas interessadas em participar na reconstrução do Iraque.
Isto mesmo foi dito ontem aos participantes num encontro promovido pelo Ministério da Economia e dos Negócios Estrangeiros.
Para além de representantes desses dois ministérios e do embaixador português no Iraque, estiveram presentes membros do ICEP e do IAPMEI, assim como, delegações de algumas associações empresariais, entre as quais a AICCOPN.

De acordo com as informações dadas durante o encontro, a ideia é conseguir que as empresas portuguesas possam ser subcontratadas pelas suas congéneres americanas, a quem serão adjudicados os contratos iniciais e de maior valor.
Os países que apoiaram a ofensiva anglo-americana serão os preferidos na escolha das autoridades norte-americanas, devendo as empresas que pretendam participar na reconstrução do Iraque obedecer a uma série de requisitos, nomeadamente, não ter relações com países considerados pelos norte americanos como "terroristas".

Neste âmbito, os associados da AICCOPN interessados em participar na reconstrução do Iraque, devem fazer chegar à sede da associação, até à próxima segunda-feira (21 de Abril), uma apresentação em inglês da empresa que contenha, para além dos elementos meramente identificativos, dados económico-financeiros, principais parceiros e obras realizadas e ainda, no caso de serem empresas com capital estrangeiro, declarar de que país.

Todas as empresas associadas da AICCOPN podem receber mais esclarecimentos junto da nossa sede ou recolher uma ficha de inscrição no site www.usaid.gov/iraq/form/company.html, sendo que para além da ficha de inscrição aí apresentada, as empresas devem igualmente registar-se nesse site.

O Congresso norte-americano prevê investir 1,7 mil milhões de dólares na reconstrução do Iraque, sendo que, a esta verba, serão ainda somados, em fases posteriores, fundos provenientes do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional e da União Europeia.
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