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VALÊNCIA VENCE

Tratava-se de uma forte aposta estratégica do Governo português, por forma a potenciar a visibilidade internacional de Portugal e atrair investimento estrangeiro e um número muito significativo de turistas de elevado potencial económico.

Daí que se tenha verificado uma forte movimentação político/económica ao nível dos governos dos países com cidades candidatas: Lisboa, Marselha, Nápoles e Valência.

Pretendia a candidatura portuguesa aliar a organização deste evento a uma operação de revitalização de toda a zona ribeirinha da cidade de Lisboa, mediante uma operação urbanística de grande dimensão, à semelhança do que se passou com a Expo 98.

A enorme relevância económica deste evento desportivo é patente em alguns indicadores. As provas realizam-se ao longo de dois a três anos, com um número mínimo de 16 equipas em prova, cada uma delas com uma média de 150 pessoas.

Estudos económicos indicam o potencial de criação de 10 mil postos de trabalho em sectores relacionados, como seja o turismo de alta qualidade, restauração, construção de infra-estruturas, comércio, hotelaria, e serviços de apoio, entre outros.

O governo português tinha no entanto anunciado previamente que, em caso de derrota da sua candidatura, mesmo assim, o plano de reconversão da zona ribeirnha de Lisboa será para avançar, embora fosse necessário reaquacionar modelos de financiamento e prazos de execução.

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