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AICCOPN ELEGEU NOVOS ÓRGÃOS SOCIAIS

Havendo uma única lista a sufrágio, que no essencial reconduz os actuais titulares dos órgãos sociais a um novo mandato, mantendo-se Reis Campos como Presidente da Direcção da AICCOPN.

É, pois, num clima de absoluta tranquilidade que a AICCOPN se prepara para encarar o futuro e continuar a defender os interesses dos seus cerca de oito mil associados e do sector da construção civil e obras públicas em geral, pugnando pela credibilização da imagem e do papel do Construtor na sociedade.

Os órgãos sociais a eleger para o próximo mandato, são assim compostos por um conjunto de personalidades com anos de experiência no sector e com um profundo conhecimento do mesmo, algo que se revela de importância fundamental para uma Associação com tão elevado número de associados que, naturalmente, reflectem distintas dimensões empresariais.

Numa altura em que a construção civil e as obras públicas continuam a sentir os efeitos da crise que o país vive há mais de seis anos, a nova Direcção da AICCOPN apresenta-se aos seus eleitores com um programa de acção que aponta para a necessidade de reclamar do poder político medidas urgentes, que permitam a confirmação, em 2008, das expectativas de crescimento da produção, dando assim início, a uma nova etapa de desenvolvimento.

Tendo por finalidade a construção de um modelo de desenvolvimento, coerente e sustentável para o Sector, para o País e para a Associação, os novos dirigentes propõem-se, designadamente, prosseguir o reforço da cooperação e união entre as associações do Sector. De igual modo, a defesa da adequação do enquadramento jurídico do exercício da actividade à realidade e necessidades do sector, a exigência da assunção da reabilitação urbana como prioridade nacional, a par do apoio da internacionalização do Sector e da regularização das dívidas do Estado aos construtores, foram outras das prioridades anunciadas no Programa da então lista candidata.

Já para o País, a monitorização e acompanhamento dos investimentos públicos estruturantes, em especial aqueles que se enquadram no âmbito do QREN, cuja execução, regista já um atraso que é altamente preocupante, é outro dos aspectos que irá continuar a merecer especial atenção por parte da Direcção agora a eleger. Igualmente neste âmbito, o estabelecimento de um adequado planeamento estratégico de médio e longo prazo, que passe pela definição de um plano de investimentos robusto e sustentável, adequado a assegurar uma calendarização rigorosa dos mais importantes projectos de infra-estruturas, é entendido como essencial, pelo que esta será mais uma das medidas a reclamar.

Para a AICCOPN, a lista candidata, que hoje será sufragada, pretende uma organização que, além de responder aos problemas que, diariamente, se colocam às empresas, demonstre, de igual modo, capacidade de antecipação dos desafios futuros, desempenhando um papel de estímulo ao desenvolvimento das empresas associadas e contribuindo para que estas se posicionem da melhor forma, a fim de poderem corresponder com sucesso à crescente competitividade do mercado global em que se inserem.

São estes alguns dos objectivos que, no seu Programa, a Direcção a eleger assume como prioritários, comprometendo-se, em suma, a prosseguir a missão da AICCOPN: "apoiar as empresas do sector, pugnando pela dignificação da sua imagem e pelo reconhecimento do seu papel na sociedade, promovendo a melhoria das condições do exercício da actividade no quadro social, económico, político, jurídico e institucional vigente, tendo por referência os valores que caracterizam os industriais da construção: rigor, qualidade e mestria".

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