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Conjuntura FEPICOP - Julho
A análise à evolução do sector da construção permite constatar duas realidades distintas: enquanto a crise vivida ao longo dos últimos 7 anos no segmento residencial se agrava significativamente devido aos efeitos do abrandamento económico, os segmentos dos edifícios não residenciais e engenharia civil revelam aumentos de produção.

Com efeito, a construção de edifícios residenciais encontra-se fortemente pressionada pela subida das taxas de juro, bem como pela diminuição do rendimento disponível das famílias dado o abrandamento económico nacional e o aumento da taxa de inflação.

Por outro lado, o segmento dos edifícios não residenciais que, na primeira parte do ano, vinha evidenciando sinais de desaceleração da actividade, deverá inverter esta tendência com a concretização do grande volume de trabalhos de construção e melhoramento de estabelecimentos escolares lançados ao longo do primeiro semestre do ano.

Quanto ao segmento da engenharia civil, o forte crescimento das adjudicações de obras públicas no final de 2007 permite manter um ritmo de produção acima do registado no ano passado, apesar de se registar uma quebra de 10,3% nos primeiros seis meses deste ano. Por outro lado, o elevado crescimento dos concursos abertos que, só no mês de Junho, ascenderam a 412 milhões de euros e acumulam uma subida de 74,2% desde o inicio do ano, deixa antever um crescimento mais robusto deste segmento do mercado, na segunda metade do ano.

Para consultar a conjuntura em versão global, clique aqui.
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