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Estudo FEPICOP apresentado no Porto
Em conferência de imprensa realizada esta semana no Porto, a Federação da Construção realizou um balanço da actividade do Sector em 2008 e apresentou as perspectivas para 2009, bem como um conjunto de medidas que deveriam ser adoptadas pelo Governo para relançar a Construção e a economia nacional.



Com três capítulos, dedicados, respectivamente, ao enquadramento geral do Sector, à Construção em 2008, nas suas vertentes de habitação, não residencial, engenharia civil e exportação, e às perspectivas para 2009, este documento pretende mostrar que investir em Construção é determinante para vencer a crise.



Segundo referiu o Presidente da Federação da Construção, durante a conferência de imprensa, "apesar das incertezas e das constantes mudanças dos cenários económicos, mais do que nunca é possível afirmar que a Construção é decisiva para o relançamento da economia", até porque ela "é responsável por 5,6 por cento do PIB, representa cerca de 11 por cento do emprego total do País, empregando mais de 550 mil trabalhadores e garante 50 por cento do investimento nacional". Mas para que isso seja possível, acrescentou Reis Campos, é necessário implementar "um programa anti-crise eficaz e célere, capaz de relançar o investimento em construção".



Durante a sua intervenção, o Presidente da Federação da Construção apontou algumas das medidas que têm sido propostas pela FEPICOP ao Governo para relançar a actividade da Construção e a economia nacional. Entre elas destacou: a necessidade de acelerar o investimento público, garantindo o rápido arranque de obras; de reforçar os apoios à reabilitação urbana e "rever com carácter de urgência a Lei das Rendas"; de garantir o imediato pagamento das dívidas do Estado às empresas; de assegurar que os apoios concedidos pelo Estado à Banca sejam reflectidos nas empresas, permitindo o acesso ao crédito e a renegociação de dívidas com base em spreads e prazos ajustados e equilibrados; de promover a eficiência energética e a sustentabilidade do Sector; e de apoiar a internacionalização da Construção.



Em jeito de conclusão Reis Campos terminou a sua intervenção deixando uma mensagem de esperança às empresas do Sector: "a crise é profunda mas, com toda a certeza será ultrapassada", desde que "o País aposte no Sector e no investimento para, no futuro, crescer mais e melhor".



Pode consultar o estudo da Federação na íntegra, clicando aqui.
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