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Conjuntura Abril - FEPICOP
A grave crise que atravessa o segmento de edifícios residenciais continua a agravar-se. A redução do respectivo índice de produção atingiu, no 1.º trimestre de 2009, cerca de 20%, em termos homólogos. De facto, 84% dos empresários do sector referem, em Março, dificuldades acrescidas na venda de fogos. Esta situação é agravada pelos constrangimentos no acesso ao crédito e pelo peso dos encargos com o mesmo em virtude do agravamento dos spreads bancários praticados.

O bom ritmo de adjudicações de obras públicas que subiram, no 1.º trimestre de 2009, cerca de 57,7%, totalizando cerca de 1.466 milhões de euros, grande parte devida à modernização do Parque Escolar, têm permitido aumentos de produção ao nivel das obras de engenharia civil e dos edifícios não residenciais públicos. Contudo, estas subidas continuam a ser insuficientes para impulsionar o Sector como um todo, dada a situação vivida na habitação, segmento que mais pesa na Construção.

Deste modo, o índice FEPICOP de Produção do Sector da Construção, registou no primeiro trimestre de 2009 uma redução de 2%, em termos homólogos.

Também, no primeiro trimestre de 2009, o Índice de Confiança na Construção, apurado no Inquérito Mensal à Actividade realizado pela FEPICOP/UE, registou uma queda homóloga de 15,7%, o que demonstra a intensidade da deterioração das expectativas dos empresários do Sector. Acresce ainda que, o indicador relativo à Carteira de Encomendas, regista uma redução superior a 25%.

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego oriundos do sector da Construção continuou a aumentar significativamente, tendo alcançado, em Fevereiro, 51.441 registos, o que traduz uma subida de 56,4%, em termos homólogos. Saliente-se que é o desemprego do Sector da Construção o que mais cresce na actual conjuntura de crise económica.

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