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Um Ano da Existência da CPCI


Apresentada e formalmente constituída no dia 21 de Julho de 2009, a CPCI - Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário nasceu para "agregar interesses convergentes que se encontravam dispersos e dar resposta às necessidades de um vasto sector que não estava representado, ao mais alto nível, no panorama associativo nacional", esclarece o seu Presidente, Reis Campos.


Apostada em fazer valer, de forma coerente e organizada, o peso da construção e do imobiliário nos planos económico e social, motivo pelo qual, com escassos meses de existência foi escolhida para integrar o CES - Conselho Económico e Social, a Confederação integra praticamente todas as associações que constituem esta vasta fileira, permitindo-lhe ter uma visão global da mesma.


"Aos problemas recorrentes, como é o caso da escassez de obras, da prática reiterada de preços anormalmente baixos, das dificuldades de tesouraria, dos constrangimentos no acesso ao crédito, dos atrasos nos pagamentos do Estado, da ausência de estímulos para a reabilitação urbana e de uma política de habitação coerente, de uma lei das rendas profundamente desajustada", Reis Campos salienta que, neste momento, acrescem "as restrições impostas nos sucessivos PEC's do Governo, nomeadamente a redução do investimento público e o aumento da carga fiscal".


CPCI



Dizendo estar bem consciente das dificuldades que o País enfrenta, o dirigente não hesita, porém, em afirmar que, "pelo peso que representa na actividade económica, no emprego e no investimento, a Construção e o Imobiliário são fundamentais para o crescimento de Portugal", pelo que "implementar uma estratégia para a dinamização destas actividades é apostar no desenvolvimento sustentável, na criação de riqueza e na promoção do emprego".


Porém, adverte Reis Campos, "tal dinamização só é possível se integrada num objectivo estratégico nacional, que se traduza na procura de um novo posicionamento da economia portuguesa no actual contexto global em que se insere", concluindo que é a inexistência deste desígnio estratégico e de um verdadeiro rumo para o Sector e para Portugal, que tem determinado o insucesso económico que caracterizou a última década e que, neste momento, impede o País de procurar, com convicção, caminhos capazes de o fazer sair da crise em que se encontra.

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