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Conjuntura Construção - Maio


Em Abril, assistiu-se a uma nova quebra de 11,0% do Indicador de Confiança colocando-o num novo mínimo histórico. Esta redução é explicada pela redução de 7,5% das perspectivas de emprego e por uma quebra de 18,4% da carteira de encomendas, em termos homólogos trimestrais. Salienta-se que a queda das encomendas assume uma dimensão mais elevada no segmento residencial (-32,7%) e no segmento dos edifícios não residenciais (-21,7%).

No 1.º trimestre de 2011, terão trabalhado no sector da Construção Civil e Obras Públicas cerca de 477 mil pessoas, o que corresponde a cerca de 9,2% do total de população empregada.

O índice de produção do segmento dos edifícios residenciais, em Abril, registou uma queda de 14,0%, em termos homólogos trimestrais, em resultado de uma redução da procura de habitação.

Relativamente ao segmento dos edifícios não residenciais verifica-se uma pressão negativa na componente privada, em Abril, com uma diminuição do respectivo índice de produção de 4,7%, em termos homólogos trimestrais, que se deve, essencialmente, à menor procura de edifícios destinados ao comércio e à indústria.

No segmento de Engenharia Civil, o índice de produção registou uma contracção de 11,6%, em termos homólogos trimestrais, com 97,6% dos empresários inquiridos a caracterizarem a actual conjuntura do mercado de obras públicas como desfavorável.


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