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ABC Mercados - Internacinalização

Quatro países e quatro abordagens diferentes, é o que oferecem estes dois ABC Mercado, em que serão analisadas oportunidades, metodologias de actuação e recomendações, para uma melhor aposta e actuação das nossas empresas. A AICEP, no desempenho da sua missão, propõe partilhar uma consolidada experiência dos mercados e contribuir para o sucesso das empresas portuguesas.



POLÓNIA

Situada numa zona geo-estratégia importante, com países vizinhos com quem tem um relacionamento especial, tais como Alemanha, Países Bálticos e Ucrânia, a Polónia é, na Europa Comunitária, um dos países que tem apresentado melhores resultados económicos. Em 2009 foi o único país da UE a conseguir um crescimento de 1,7%, registando um aumento do PIB de 3,8% no último trimestre de 2010, e de 4,5% no primeiro trimestre de 2011. Os apoios da União Europeia (67 mil milhões Euros no quadro comunitário de 2007-2013) têm ajudado a implementar numerosos projectos estratégicos para o país, como sejam a criação de novas infra-estruturas.


A Polónia encontra-se num processo de desenvolvimento acelerado, que se repercute na melhoria das condições de vida da sua população e na formação de uma classe média com forte poder de compra. Também a presença consolidada no mercado polaco de muitas empresas portuguesas, algumas de grande dimensão, contribui para ajudar a que novas empresas portuguesas se possam internacionalizar na Polónia.


ROMÉNIA

O mercado da Roménia, embora situado a 3900 km de Portugal, tem-se revelado um mercado muito promissor e de grande aposta para os players internacionais. Desde a sua pré-adesão à União Europeia em 2004, os olhos dos investidores portugueses voltaram-se para esta região da Europa, verificando que a performance económica romena se pautou por um forte crescimento entre 2004 e 2008 (taxa de 7% ao ano), ritmo de crescimento que no entanto abrandou em 2009 e 2010, devido à crise internacional, com retracção da procura e dificuldades acrescidas no acesso ao financiamento. Contudo, graças a um forte acompanhamento e intervenção por parte do FMI, União Europeia e Banco Mundial, o governo romeno adoptou no ano transacto várias medidas, no sentido de fazer renascer a economia romena, o que se traduz, já este ano, num crescimento económico de 1,5%, prevendo-se que os 4% sejam atingidos em 2012.



MOÇAMBIQUE

Dada a sua estabilidade política e as suas práticas na melhoria do ambiente de negócios e de facilitação do investimento estrangeiro, Moçambique tem vindo a criar condições para um crescimento paulatino da economia, o qual tem registado, nos últimos anos, taxas médias na ordem dos 7%. As exportações portuguesas para Moçambique têm vindo a crescer a taxas bastante significativas (31% em 2009 e 25% em 2010), mas o valor da exportação de bens e de serviços ainda está longe da capacidade da oferta portuguesa neste mercado.






Os fortes investimentos que estão em curso em Moçambique, tanto em infra-estruturas de base como em grandes projectos de aproveitamento de recursos naturais (carvão, gás, entre outros), induzem uma procura acrescida nos mais variados sectores da economia, desde os bens e serviços intermediários até aos bens de consumo final e aos serviços às famílias e às empresas, abrindo uma acrescida panóplia de oportunidades de negócio às empresas exportadoras e aos investidores portugueses.


CABO VERDE

Cabo Verde caracteriza-se não só pela estabilidade política, económica e social, mas também pelo maior rendimento per capita e pelo segundo melhor rating de risco/país no conjunto da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).


Mais de metade dos seus 500.000 habitantes, que tem menos de 25 anos, conta cada vez mais com melhores níveis de instrução e qualificação, dada a criação no país de várias universidades e sistemas de formação profissional, o que favorece o aumento do índice de consumo e o aparecimento de nichos de mercado que satisfazem uma população cada vez mais exigente. Por outro lado, a inserção de Cabo Verde na CEDEAO, actualmente Zona de Comércio Livre, faz prever um alargamento das oportunidades de negócio por toda a África Ocidental, nomeadamente nos clusters da construção civil e do turismo e nos sectores agro-alimentar, energias, água e saneamento, bem como na área da formação, o que representa um conjunto diversificado de oportunidades, nas quais as empresas portuguesas podem investir.


Para que as empresas portuguesas aumentem a sua quota de mercado e de negócio, a aicep Portugal Global vai realizar estes dois ABC Mercado, a 12 de Julho, no Porto, no Auditório da DRE - Norte, em que serão analisados quatro países - Polónia e Roménia, Moçambique e Cabo Verde.


As empresas interessadas podem inscrever-se até ao próximo dia 8 de Julho, através do preenchimento e envio da ficha de inscrição, ou da ficha de inscrição online que se encontra disponível no nosso site www.portugalglobal.pt.

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