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CONJUNTURA FEPICOP - Fevereiro


A entrada em 2013 não abrandou o ritmo de destruição da capacidade produtiva do setor da construção. Após 11 anos de quebras sucessivas de produção, os primeiros indicadores económicos do ano revelam que a produção continua em forte queda e o emprego assegurado pelas empresas em redução acelerada.

O indicador qualitativo que mede a evolução da carteira de encomendas registou, em janeiro, uma queda de 42,6%, o nível de atividade diminuiu 32,7% e o indicador de confiança reduziu 25,7%, em termos homólogos trimestrais.

Ao nível do licenciamento habitacional, em dezembro, foram licenciados apenas 627 fogos em construção nova, o que traduz uma quebra de 53,6% face ao mesmo mês de 2011. No segmento dos edifícios não residenciais, observou-se uma redução de 23,6% da área licenciada, em 2012, o que traduz uma diminuição de 652.672 m2, face aos 2.770.400 m2 licenciados em 2011.

No segmento das obras públicas, no mês de janeiro, foram abertos 154 concursos de empreitadas de obras totalizando um valor global de 141,3 milhões de euros. Quanto às adjudicações verifica-se uma quebra homóloga de 75,7% para apenas 47,4 milhões de euros, distribuídos por 70 obras.

Segundo o IEFP, em janeiro, eram já 110.522 os desempregados inscritos nos centros de emprego oriundos do setor da construção, o que traduz um agravamento de 20.090 face ao registado há um ano.

No mesmo sentido, os dados publicados pelo INE relativos ao número de trabalhadores no setor da construção em Portugal, no 4º trimestre de 2012, revelam uma quebra homóloga de 25,6%, fixando-se nos 310.900.

Aceda à conjuntura, aqui.

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