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Emprego

§ À semelhança da Europa, desenvolvimento tem de passar pelo setor da Construção e Imobiliário

A CPCI - Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, considerando positivo o aumento de 1,6%, face ao primeiro trimestre do ano, da população empregada em Portugal, alerta, no entanto, para o facto de esta tendência ter de ser suportada, à semelhança do que sucede nos restantes países europeus, por uma aposta efetiva na promoção do investimento e na melhoria do acesso ao financiamento.

Referindo que continuamos a ser o segundo País da Europa comunitária com maior queda da taxa de investimento em construção - apenas superados pelo Chipre - a Confederação acrescenta ser essencial uma nova "orientação" em matéria de política económica, que sirva de catalisadora para o início de um novo ciclo em Portugal.

77.500 postos de trabalho perdidos nos últimos doze meses na Construção e no Imobiliário - 15.400 desde o início do ano - é uma realidade insustentável.

Recorde-se que a procura pública e privada dirigida ao setor da construção continua em retração, originando uma quebra de produção pelo 23º semestre consecutivo. As estimativas apontam para uma quebra homóloga de 15% na produção no final de julho, o que eleva a perda total acumulada para 53,8%, desde 2002.

A redução do nível de investimento na economia é a principal causa da perda de atividade do setor, uma vez que o investimento em construção, que se situa no nível mais baixo dos últimos 32 anos, representa cerca de 60% do investimento total.

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