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FEPICOP - Conjuntura de Outubro

O investimento em construção, no 2º trimestre de 2013, registou quedas de 13%, face ao trimestre homólogo e de 1,0 %, face ao 1º trimestre do ano, variações que apesar de negativas traduzem um forte abrandamento da tendência de queda registada nos últimos anos. Recorde-se que no 1º trimestre de 2013, as variações foram de -26,1% e de -5,6%, em termos homólogos e trimestrais, respetivamente.

Por sua vez, o VAB do ramo da Construção, e não obstante a redução de -13,3% em relação ao mesmo trimestre de 2012, apresentou um crescimento de 1,3% face ao primeiro trimestre do ano.

De forma semelhante, o Indicador de Confiança na Construção, bem como, o Índice de Perspetivas de Emprego, apesar de se manterem a níveis extremamente reduzidos, revelam subidas de 10,9% e de 11,9%, respetivamente, no trimestre terminado em agosto, em termos homólogos.

Estes indicadores indiciam uma certa estabilização do nível da atividade do setor nos últimos meses e uma relativa recuperação da confiança empresarial. Porém, e não obstante estes sinais positivos, a verdade é que o setor continua a atravessar o mais profundo e prolongado período de crise da sua história.

Dados objetivos como são os do licenciamento habitacional, que revelam quedas de 21,9% nas construções novas e de 25,6% nas obras reabilitação e demolição em termos homólogos até agosto ou, no mercado das obras públicas, o decréscimo homólogo de 20%, nas adjudicações dos primeiros oito meses de 2013, ilustram bem as dificuldades sentidas pelo tecido empresarial.

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