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INVESTIMENTO E VAB DA CONSTRUÇÃO CRESCEM PELO SEGUNDO TRIMESTRE CONSECUTIVO

  • "Recessão Técnica" afastada ao fim de 13 anos de quedas consecutivas

  • Evolução positiva do investimento privado e estabilização da atividade económica são os principais responsáveis pela criação líquida de 26 mil postos de trabalho, 40% do total gerado na economia portuguesa, nos últimos 12 meses

A CPCI - Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário refere que, de acordo com as Contas Nacionais, divulgadas pelo INE, relativas ao último trimestre, se assinala um segundo trimestre positivo consecutivo, tanto no que diz respeito à evolução do Investimento em Construção, que cresce 1% em termos homólogos, como em relação ao VAB (Valor Acrescentado Bruto) do setor da Construção, com uma variação positiva de 1,5%.

Sabendo que a definição de recessão técnica resulta da ocorrência de dois trimestres consecutivos em queda, a CPCI considera que esta evolução positiva, que não se verificava desde o início de 2002, a que se junta o registo de 26.311 postos de trabalho líquidos gerados nos últimos 12 meses, ou seja, 39,7% do total verificado na economia, é um facto positivo, que demonstra que a estabilização da atividade da fileira da Construção e Imobiliário é um fator crítico e indispensável a uma recuperação económica sustentada e com efeitos reais na generalidade das empresas e dos cidadãos.

A Confederação alerta para a importância de estabilizar estes resultados que foram obtidos, sobretudo, com um grande esforço por parte do tecido empresarial e por intermédio do investimento privado, exigindo-se ao Estado que seja capaz de dar um contributo positivo para a consolidação da atividade económica.

A dinamização da Reabilitação Urbana, designadamente através da disponibilização dos incentivos ao financiamento, a imediata resolução dos constrangimentos administrativos que estão a impedir o regular funcionamento dos Vistos Gold, a conclusão da execução do QREN, a que se junta o novo Portugal 2020 e a implementação, em Portugal, do Plano Juncker, são questões que a Confederação considera essenciais para que o setor possa, a exemplo do que se passa na generalidade das economias europeias, desempenhar o seu papel de motor do crescimento sustentado e do emprego.

02/setembro/2015

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